sábado, 6 de novembro de 2010

Exclusão Social!!!!

Sendo a exclusão social um assunto amplo, real e que exige um constante exercício de articulações, nos quais poderemos abordar os paradigmas que antecedem esta na maior parte da sociedade, apresento este assunto abrangendo vários aspectos entre eles o da exclusão escolar, racial, do desemprego e também a exclusão digital.
Ficam aqui expressas o histórico que antecederam a exclusão social, suas conseqüências e causas além de abordarmos como solução viável uma grande contribuição das ONG (Organização não governamental) que apesar de minimizar o problema enfrenta grandes obstáculos, uma vez que os excluídos, estão nesta sociedade cada vez mais excluídos.
Com esse tema ainda, nos aprofundaremos nos conceitos que fazem o ser humano excluído, as causa que levaram a decadência física e emocional, que na maioria das vezes chega a provocar isolamento, violência e morte,
Sendo assim, a escolha do tema é uma indagação a esse fenômeno chamado exclusão social, que pode ser efetiva, econômica ou simplesmente discriminativa.
A escola que deveria ter o papel de incluir acaba fortalecendo a exclusão. Isso se dá através dos princípios da política educacional, que é fundamentada com base em números, pela quantidade e não pela qualidade; pela falta de interesse de alguns educadores que ainda não aprenderam a separar emprego de trabalho e que, sem estrutura, aprofundam ainda mais a esperança de igualdade dentro da escola.
O papel dos pedagogos é inovar essa política sócio-educacional semeando frutos, para que no futuro se possa ter uma escola de qualidade, que possa transmitir conhecimento, não só baseados nos interesses da elite, mas com consciência de estar formando cidadãos críticos e capazes de adaptar-se aos paradgmas e discrepâncias do meio social.
Portanto, o interesse pela sociologia se dá por amor à pátria, por amor a vida e por acreditar que poderemos fazer da escola o caminho não só para sobrevivência, mas para a dignidade e o equilíbrio social.
Não podemos esquecer que a exclusão social já vem de muito tempo, não existe só no Brasil, mas por sua intensidade nos valores de classificação, torna-se um fenômeno típico da atual fase do capitalismo, presente tanto nos países emergentes como no Brasil.
A noção da exclusão social também esta ligada diretamente à pobreza, onde a sobrevivência torna-se invisível e vergonhosa, e uma parte da população é mantida a margem do progresso econômico e da partilha dos benefícios a eles ditos concedidos.
O excluído moderno é um grupo social que se torna economicamente desnecessário, politicamente incômodo e socialmente ameaçador, podendo ser fisicamente eliminado. Esses requisitos os tornam veículos frágeis, cada vez mais alienados da pobreza.
Na dimensão cultural, a exclusão é caracterizada pela indiferença, pelo não conhecimento, pela discriminação e pela honestidade.
Na dimensão humana, os grupos sociais excluídos vivem no limite da existência, e tendem a ser reduzidos na busca exclusiva da sobrevivência, impossibilitando-os a exercerem as potencialidades da condição humana.
A exclusão social oferece uma ruptura de laços e de vínculos, que vai desde a discrinação passando pela perda de direito a ter direitos.
Já a nova exclusão tem a sua raiz progressiva, onde direitos se baseiam no trabalho assalariado, onde desemprego prolongado provoca a perda dos mesmos, até o ponto em que indivíduos passam a ser vistos como incômodo, perigosos, tornado-se assim excluídos.
Esse enfoque não deve ser confundido com a falta de coerência ou como relativismo no sentido de aceitar qualquer significado, pois a ambigüidade é inerente ao conceito de exclusão, e abre a possibilidade de suplantar os vícios do monolitismo analítico, que orientam as análises de desigualdade social.
Sendo assim, analisar a exclusão é captar o enigma da coesão social, sob uma lógica cruelmente real, que exige um caráter reflexível, que seja capaz de romper fronteiras acadêmicas, para que o indivíduo não seja só um produto do funcionamento do sistema social.
Este trabalho foi elaborado baseado em livros, pesquisas e projetos sobre a exclusão social. Os fatos aqui registrados são estritamente tirados de pesquisas bibliográficas desenvolvidas por pedagogos, jornalistas e estudiosos na área social. O objetivo do mesmo é o de propiciar aos leitores um envolvimento mais profundo nos aspectos sociais que cada dia se tornam uma imensa barreira, afastando o sonho de uma sociedade homogênea, desenvolvendo nos mesmos o interesse pela causa social, chamando a atenção para a questão da exclusão e a responsabilidade dos educadores.
Propiciar uma leitura que esclareça e aguce o interesse dos leitores pelo assunto mostrando ainda o papel da escola.
Levantamos a hipótese de que a exclusão social é uma palavra que transita na nossa vida como um fenômeno, causando um choque de valores sociais, onde direitos são só palavras soltas, vivenciados desde que nascemos, e são fortalecidos pelas características físicas e econômicas.
Nossa crença é que a escola sintetiza e camufla o sentido da palavra exclusão.
Portanto, podemos dizer que a exclusão é algo como uma doença, sem remédio eficaz que possa combatê-la, onde seus sintomas são a escola sem estrutura, educação sem qualidade, pobreza como condição de vida, desigualdade econômica.

Aguerdem os próximos capítulos!!

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